quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Lula leva Dilma para visitar Alemanha



Em um momento de lazer a Ministra Dilma Rousseff com seu casaco vermelho.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Dilma Jig Saw


Hi! I want play a game.

Depois do sucesso do filme de 'Lula, o filho do Brasil', a Ministra Dilma Rousseff também  quer um filme sobre sua vida. Com todo seu talento artístico, enquanto o filme não sai, ela está cortejando uma participação especial na 7ª edição do filme SAW VII, da série de Jogos Mortais.
Em entrevista especial a este Blog a ministra aceitou tirar uma foto e dar uma prévia de como será sua estréia na grande tela.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Oposição no Senado convoca médium para explicar apagão

Arthur Virgílio inclui na lista de convocados o Cacique Cobra Coral para provocar governo
Josie Jeronimo , do R7 em Brasília

A guerra entre governo e oposição sobre o convite à ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) para explicar as causas do apagão avançaram até o plano espiritual. Para desmoralizar o requerimento do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), o líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM), pediu inclusão da médium Adelaide Scritori, que afirma incorporar a entidade Cacique Cobra Coral (indígena com talentos de modificar o clima, prever e evitar tempestades), na lista dos 20 técnicos e professores de universidades que comparecerão a audiências para falar do blecaute do dia 10 antes de Dilma e do ministro de Minas e Energia, Edson Lobão. O requerimento verbal foi feito nesta quarta-feira (18) na comissão de Ciência e Tecnologia.

Como a comissão é presidida por um tucano, o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), o “requerimento-protesto” foi aprovado para desconforto dos parlamentares governistas. Aliados do governo desqualificaram o requerimento afirmando que a convocação não poderia ser feita de forma verbal, mas escrita e empurraram a aprovação para esta tarde. Virgílio, por sua vez, pode apresentar o requerimento ainda hoje. No momento, o senador tucano divide-se entre reunião da Executiva Nacional do partido e votações na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), de acordo com sua assessoria.

A convocação da médium foi a forma que o tucano encontrou para debochar do governo. O presidente Lula afirmou que “somente Deus” poderia livrar o Brasil de um novo apagão.
Cacique Cobra Coral é uma entidade muito conhecida entre os políticos. A Fundação Cacique Cobra Coral já foi “contratada” por diversos governos municipais durante catástrofes climáticas. A referência do tucano à entidade deve-se a declarações do ministro de Minas e Energia que atribuiu o blecaute à ocorrência de raios e forte tempestade. O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) rejeitou a hipótese.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

PAC só tem 6% das obras em SP já concluídas

Motivo de troca de farpas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) teve apenas 6% de suas ações no Estado concluídas até abril deste ano, um resultado pouco expressivo para as pretensões eleitorais do Palácio do Planalto, informa reportagem de José Alberto Bombig e Fernando Barros de Mello.
Segundo a reportagem, na partilha de eventuais resultados em 2010, a União, pelo menos por enquanto, também está em desvantagem. Dos R$ 8 bilhões em obras que unem Serra e a "mãe do PAC", ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), no Estado, o tucano responde por R$ 4,4 bilhões, contra apenas R$ 1,9 bilhão da União.
Considerando o total do programa em São Paulo (1.063 ações), só 59 foram efetivamente entregues. As áreas nas quais há menos avanços são saneamento e habitação, além de projetos para modernizar o porto de Santos.


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Dilma Rousseff: 'Só haverá apagão se o governo não exercesse seu papel de governo'

As tentativas dos ministros do governo Lula de tentar esconder os fatos e calar a nação sobre as causas e conseqüências do apagão chegaram ao ponto de, aparentemente, irritar um especialista no assunto, o próprio Presidente da República que esta semana tentou negar até o mensalão.
Lula, dizem os noticiários desta sexta-feira, acredita que seus ministros e auxiliares técnicos estão passando dos limites. "Nós estamos na fase do achismo", admitiu o Presidente, para acrescentar: "É preciso ter um processo de investigação para descobrir o que houve".  
Demonstrando a esperteza de sempre para nunca entrar em dividida ou navegar em ventos descendentes, Lula resolveu dar um "caladão" na sua turma.
Ao tentar proclamar ao Brasil, na quinta-feira (12), que a necessidade de esclarecimentos em torno do apagão "está encerrada", a ministra do maior apagão da história do Brasil, Dilma Rousseff, voltou a exercer a face arrogante, autoritária e subperonista do governo petista – como bem alertou em artigo recente o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
O que a ex-ministra toda poderosa de Minas e Energia tentou impor a mais de 60 milhões de brasileiros que passaram o maior sufoco é que o governo petista não se sente obrigado a dar explicações sobre um apagão que provocou pânico, mortes em hospitais, ameaçou a vida de bebês em UTIs, interrompeu a produção industrial, provocou o caos no trânsito e nos transportes públicos e até arrastões em São Paulo e Rio.
Se a ministra-candidata tivesse compromisso com a verdade, o governo petista, admitiria que o governo dos trabalhadores deixou de investir R$ 20 bilhões em infraestrutura só nos últimos 5 anos, como informou, nesta sexta-feira, "O Estado de S. Paulo".
Entre 2004 e 2008, o orçamento do governo petista previu R$ 72 bilhões para os Ministérios de Minas e Energia, Transportes, Comunicações, Integração Nacional e Cidade. Desse total foram empenhados R$ 52 bilhões. Os restantes R$ 20 bilhões ficaram nos cofres do Tesouro, por falta de competência operacional e administrativa para serem investidos. Os dados são do Siafi.
Outro dado revelador da inoperância do governo petista na área de infraestrutura, exatamente os setores que seriam a força do Programa de Aceleração do Crescimento, foi levantado pela ONG Contas Abertas e mostra que a Eletrobrás investiu, até agosto deste ano, R$ 2,8 bilhões, ou apenas 38% dos R$ 7,2 bilhões previstos.

Dilma Rousseff ficaria mais próxima da verdade se também admitisse que, em junho deste ano, dezenas de projetos de usinas hidrelétricas, num total de 19,5 mil MW de geração – quase 20% da capacidade instalada no país – estavam atrasados, segundo admite a Aneel, a agência de regulação comandada pela própria ministra.
Como a história das nações não perdoa a arrogância e a presunção, a ministra deveria se lembrar de uma de suas arengas. Em outubro de 2004, ela comentou o relatório anual da Agência Internacional de Energia e considerou precipitadas as avaliações de um risco de racionamento de energia: "Só haveria apagão se o governo não exercesse seu papel de governo."
Mas, aí chegou a noite de terça-feira, 10 de novembro de 2009, quando as luzes apagaram em 18 Estados do Brasil...

62 'apagões' no país e Dilma não sabia

O apagão de 10/11 ajudou a desnudar as inúmeras falhas de infraestrutura e a má gestão do modelo urdido por Dilma Rousseff para o setor elétrico brasileiro. Não faltaram alertas quanto às fragilidades e às insuficientes manutenção e fiscalização de usinas, redes e subestações. Apagões monstro como o da semana passada são inéditos na história, mas só neste ano ocorreram 62 blecautes com mais de uma hora de duração no país. A expansão da oferta já é uma incógnita no curto prazo, e pode constranger a retomada do crescimento econômico.


Segundo o Inpe, 70% dos blecautes são causados por descargas elétricas; prejuízo anual com corte de energia é de R$ 600 milhões
Desligamentos causaram cortes superiores a 100 MW, que equivalem ao consumo médio de um município com 400 mil habitantes
O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), responsável por controlar a operação e a transmissão de energia elétrica do SIN (Sistema Interligado Nacional), registrou neste ano um aumento de 29% no número de apagões de grandes proporções em relação a 2008.
Especialistas ouvidos pela Folha atribuem o aumento a condições climáticas, queimadas, desmatamento e falhas em equipamentos de transmissão, causadas por erros de planejamento ou falta de manutenção.
Na última terça-feira, o blecaute mais abrangente na história do país deixou no escuro 70 milhões de pessoas em 18 Estados e no Distrito Federal.
Segundo levantamento feito pela reportagem com base em boletins do ONS, foram registrados neste ano 62 desligamentos significativos, ou seja, com cortes superiores a 100 MW (que equivalem ao consumo médio de uma cidade com 400 mil habitantes).O valor é a referência máxima adotada pelo órgão.
Também constam nos relatórios dois desligamentos envolvendo linhas de transmissão de Itaipu, que, segundo o ONS, não geraram consequências aos consumidores.
O número desse tipo de ocorrência estava em queda nos últimos quatro anos, passando de 74 em 2005 para 48 em 2008. Empresas atribuem a redução nesse período a investimentos em melhorias da transmissão da energia. O aumento neste ano, dizem, é motivado por condições climáticas.
A maioria das ocorrências está ligada às empresas Eletronorte, Furnas e Cteep (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista). Os desligamentos levantados correspondem apenas às transmissoras de energia elétrica que participam do SIN, rede que liga todos os Estados (exceto RR, AM e AP).

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Segundo Lina Vieira, Dilma Rousseff quis interceder por Sarney

Em matéria da Folha de S. Paulo de hoje, a ex-secretária da Receita Federal Lina Maria Vieira afirma que, em um encontro a sós no final do ano passado, a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, “pediu a ela que a investigação realizada pelo órgão nas empresas da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), fosse concluída rapidamente”.
A ex-secretária revelou aos repórteres Leonardo Souza e Andreza Matais detalhes de como foi a reunião com “a ministra e pré-candidata à Presidência da República”. Lina Vieira afirmou ao jornal não ter atendido ao pedido da ministra.
A ex-secretária foi demitida em julho desse ano após multar grandes empresas e descobrir possíveis irregularidades tributárias na Petrobras. Fica a dúvida se a ministra queria que a investigação nas empresas da família Sarney fosse concluída ou arquivada.
Desde a instalação da comissão, o senador José Agripino tem reiterado a necessidade de se chamar Lina Vieira para depor da CPI da Petrobrás. “Se o governo adota uma posição como essa, de demitir a secretária por uma atitude correta que ela tomou, está claro que é necessária uma investigação”, disse Agripino um dia após a exoneração da ex-secretária.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u607156.shtml